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MINISTRO AUGUSTO TOMÁS

Angola cumpre programa estratégico de modernização do sector marítimo


A República de Angola está a implementar um "intenso programa estratégico" de desenvolvimento dos seus Sistemas Logísticos, consubstanciado na modernização e ampliação das capacidades físicas dos portos do país.

A afirmação é do titular da pasta dos Transportes, Augusto Tomás, na cerimónia de abertura, esta quinta-feira, na cidade do Lobito, do VII Congresso da Associação dos Portos de Língua Portuguesa (APLOP), que encerra hoje, dia 18.

Segundo o governante, o programa estratégico definido pelo titular do poder Executivo, José Eduardo dos Santos, consiste, além da ampliação das capacidades físicas, na criação de novas zonas de actividades logísticas, aquisição de equipamentos tecnologicamente avançados e reforço dos níveis de segurança e de protecção, entre outras vantagens.

No VII Congresso da Associação dos Portos de países de Língua Portuguesa (APLOP) participam Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e SãoTomé e Príncipe.

Os investimentos do programa estratégico, segundo indicou o ministro Augusto Tomás, são visíveis, especialmente, no Porto do Lobito, na província do Namíbe e no Porto de Luanda.

O novo Porto de Luanda, a construir na Barra do Dande e outro de águas profundas projectado para a província de Cabinda, a reconstrução e modernização do Porto de Amboim são desafios ousados que o país enfrenta com determinação e esperança no futuro, disse.

No que respeita ao transporte marítimo, Augusto Tomás frisou que Angola colocou em funcionamento a Bolsa Nacional de Frete Marítimo (BNF), a partir da qual os importadores, exportadores e outros agentes podem negociar os fretes marítimos.

Outra vantagem, segundo o governante: o país constituiu recentemente uma parceria estratégica entre a MSC (segunda maior empresa de transporte marítimo no mundo), e a Secil Marítima para se poder intervir, no sistema, de forma eficaz e eficiente no transporte de carga de e para Angola.

O transporte de Cabotagem marítima e fluvial, de carga e de passageiros, transporte de cruzeiros que, no futuro, dará uma contribuição para as receitas nacionais turísticas, são outras perspectivas do plano estratégico angolano.

No capítulo da competitividade do sector marítimo e portuário, afirmou que Angola tem estado a conceber e a implementar medidas tendentes à desburocratização, à simplificação e à redução dos custos dos transportes, bem como no âmbito da cabotagem marítima e fluvial, de modo a que os produtos cheguem ao consumidor a preços competitivos, permitindo a melhoria de vida dos cidadãos e das empresa nacionais.

Ainda assim, Augusto Tomás admitiu que Angola está preocupada em harmonizar o crescimento da sua economia marítima com a preservação do ambiente e dos ecossistemas, razão pela qual o Instituto Marítimo e Portuário tem já preparada toda legislação e regulamentação a ser submetida a Conselho de Ministros.

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Data: 2013-10-17

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