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Tremelga, a raia eléctrica

O Tremelga (Torpedo torpedo) é um peixe cartilaginoso parente das raias. Conhecido por muito como raia eléctrica, o animal tem a habilidade de emitir descargas na casa dos 200 volts para se defender.

Pertencente à subordem Bathoidea, vive em profundezas até aos 150 metros e costuma ser a causa de muitos acidentes em praia. Como gosta de ficar camuflado debaixo da areia, banhistas acabam esbarrando no animal, que logo se protege com as suas descargas eléctricas.

Os anjos-do-mar

Os anjos-do-mar são moluscos pequenos que se alimentam de organismos microscópicos dos oceanos, como os zooplânctons. Também conhecidas como borboletas-do-mar (designação dada também a uma espécie de caracol marinho), são encontradas com facilidade no Ártico. A derivação dos nomes vem das suas nadadeiras, que lembram asas. A sua silhueta também é associada à imagem de um anjo.

BRASIL

Itajaí e Ponta da Madeira lideram rankings ambientais da Antaq

O Porto de Itajaí, com 99,48 pontos, assumiu a liderança do ranking do Índice de Desempenho Ambiental (IDA). Entre os portos públicos, o porto catarinense é seguido por Paranaguá, com o índice de 99,29, Itaqui (95,48) e Pecém (90,80). Com 83,32 pontos, Santos ocupa a quinta posição da listagem, cujos dados são consolidados pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

Vídeo mostra barreira de corais aos olhos de uma tartaruga-marinha

Os ambientalistas da World Wildlife Foundation (WWF) na Austrália, publicaram um vídeo que mostra como é uma grande barreira de corais do país pela perspectiva de uma tartaruga marinha.

Uma câmara GoPro foi amarrada nas costas do animal, que deu um passeio por toda a costa de Queensland, onde se situa uma imensa faixa de corais composta por cerca de 2900 recifes, 600 ilhas continentais e 300 atóis de coral. O local fica entre as praias do nordeste da Austrália e a Papua-Nova Guiné.

Os polvos capazes de «andar» no fundo dos oceanos

Se ao ouvir a palavra “polvo” logo se lembra de um animal que costuma movimentar-se com os seus tentáculos agitados, cada um para um lado, a sua percepção deve mudar depois de ler sobre duas espécies curiosas destes moluscos.

Um destes animais com a habilidade peculiar de “andar” no fundo do mar é o ‘Octopus marginatus‘, conhecido também como polvo-coco. O apelido veio de uma táctica de fuga: quando precisa de se esconder, o animal busca uma casca de coco para usar como escudo.

A beleza do Dragão-marinho-folhado

O Dragão-marinho-folhado (Phycodurus eques) é membro da família Syngnathidae, que inclui também os cavalos-marinhos, e ficou conhecido principalmente pela sua aparência. Endémico da Austrália, os dragões-marinhos-folheados, como também são chamados, recebem este nome por conta das “folhas” que têm como saliências no corpo.

A espécie de lesma-do-mar que se parece com um pequeno coelho

Uma espécie de lesma-do-mar tem conquistado notoriedade nas redes sociais, principalmente através de japoneses, por uma característica peculiar na sua aparência. O animal, pertencente à espécie Jorunna parva, lembra um pequeno coelho peludo. Apesar de ser chamada popularmente de lesma-do-mar, a designação correta do animal é nudibrânquio, um molusco gastrópode marinho conhecido por formas e cores chamativas.

Concha-cavalo: um dos maiores gastrópodes do mundo

A Concha-cavalo (Triplofusus giganteus), é considerada um dos maiores gastrópodes do mundo e pode ser encontrada nos Estados Unidos e no México. A concha deste animal pode chegar a medir 60 centímetros e o bicho todo pode chegar a pesar quatro quilos. É um carnívoro voraz que se alimenta, inclusive, de indivíduos da mesma espécie.

Quando jovens, a cor da concha destes animais é laranja brilhante. De acordo com o crescimento, a casca muitas vezes fica com tons de branco acinzentado ou salmão-laranja.

Os incríveis anfíbios transparentes

A Perereca de vidro (Cochranella euknemos) pertence à família Centronelidae e é um animal conhecido principalmente por possuir parte da pele do abdómen quase totalmente transparente, que nos permite ver dentro de seu pequeno corpo. Estes animais são vulgarmente designados como anfíbios transparentes ou anfíbios de vidro.

Lusodescendente vence prémio da Google com método para retirar microplásticos dos oceanos

Fionn Ferreira, de 18 anos, foi premiado na Google Science Fair 2019 pela criação de um método para travar a poluição dos oceanos. O estudante acredita que a tecnologia que inventou pode remover, pelo menos, 87% dos microplásticos das amostras de água.

“Um estudante motivado” que se orgulha de poder “comunicar ciência”: é assim que se descreve na sua página do Linkedin Fionn Ferreira, o lusodescendente vencedor do concurso da Google Science Fair 2019. Com um projecto que visa remover os microplásticos dos oceanos, o jovem irlandês ganhou um prémio de 45 mil euros, numa cerimónia que decorreu na sede internacional da Google em Mountain View, Califórnia.
 

Onde o plástico é proibido no mundo

À medida que o mundo lentamente desperta para a escala do problema da poluição plástica, um número crescente de países e cidades tem introduzido proibições de certos produtos. As medidas não apenas podem ajudar a impedir que plásticos poluam os ecossistemas marinhos, mas também enfrentam o mito de que nos podemos livrar do problema por meio da reciclagem.

Há uma zona no Pacífico «imune» ao aquecimento global (e os cientistas já sabem porquê)

Uma equipa de cientistas da Universidade da Columbia, nos Estados Unidos, revelou o motivo pelo qual uma área do Oceano Pacífico é “imune” ao aquecimento global, segundo um novo estudo.
De acordo com a publicação, cujos resultados foram publicados na revista científica especializada Nature Climate Change, a equipa conseguiu explicar porque é que aquela “língua equatorial fria” – tal como são descritas pelas comunidade científica – não aquece como todas as águas do mundo.

RASHR cria licras a partir de lixo oceânico

Uma start-up irlandesa – RASHR – começou recentemente a produzir licras ecológicas, 100% recicladas, produzidas de lixo oceânico, segundo a Surfer Today. A equipa, formada por três amigos – Tom, Alex e John – surgiu da ideia dos surfistas de criarem material para meio aquático não comprometendo os oceanos.

Estes Pescadores da Índia Transformam o Plástico Encontrado nos Oceanos em Estradas

Em Kollam, na Índia, Kadalamma significa a Mãe dos Mares, e é assim que Xavier Peter se refere ao Mar Arábico. A sua mãe pode até ter-lhe dado a vida, mas Kadalamma deu-lhe um propósito, um meio de subsistência. Kadalamma soube cuidar dele, oferecendo-lhe peixe suficiente para alimentar a sua família e vender no mercado. Por três vezes protegeu-o da ameaça dos ciclones e uma outra de um tsunami.

Há mais de três décadas que Xavier é pescador nas águas do sudoeste da Índia, tendo dedicado toda a sua vida adulta à pesca de camarão e peixe com redes de arrasto. Todavia, ultimamente, sempre que recolhe as suas redes, encontra mais plástico do que peixe.

Abecedário climático

As mudanças atmosféricas podem ser analisadas sob as mais diversas perspectivas. Aqui ficar um olhar polifacetado sobre o fenómeno – em forma de dicionário, com todas as letras do nosso alfabeto. Desde o A de alarmista até ao Z de zelo.

Nem só de plásticos morrem os animais marinhos

Cientistas da Universidade de Exeter examinaram estudos e publicações em redes sociais sobre tubarões e raias presas em lixo marinho e encontraram relatos de mais de mil animais marinhos emaranhados, à escala global.

Os cientistas acreditam, no entanto, que o número real seja maior, uma vez que a concentração de estudos recai sobre o plástico e em animais como baleias. E este estudo demonstra, como maior causa de morte, as artes de pesca, perdidas ou descartadas.

Crise dos Corais

O branqueamento é um problema global desencadeado pelas alterações climáticas e ocorre quando as águas do oceano atingem temperaturas muito mais elevadas do que seria natural e destroem as algas do recife. Aos poucos, o coral morrerá à fome. A Grande Barreira de Coral ilustra a extensão do problema: em 2016, cerca de 30% do coral morreu e em 2017 desapareceram mais 20%.

O resultado assemelha-se a uma floresta após um incêndio devastador. Grande parte do ecossistema marinho da costa setentrional do recife é hoje uma paisagem estéril e esquelética, com escassa esperança de que venha a recuperar.

Surfar entre lixo

O fotógrafo Zak Noyle já viu a sua quota de lixo marinho, mas ficou chocado com o que descobriu durante uma campanha num ponto remoto ao largo da costa de Java. Em 2012, quando Zak estava no local a fotografar o surfista indonésio Dede Suryana viu-se a nadar, literalmente, num mar de lixo. “Foi impressionante”, recorda. “Pensei que íamos ver um cadáver na água.”

Cerca de oito milhões de toneladas de plástico chegam ao oceano anualmente, de acordo com um relatório de 2015, que também identificou a origem da maior parte deste lixo. No topo da lista, estão a China, as Filipinas e a Indonésia.

Estudo mundial sobre impacto de micro-plásticos em animais marinhos filtradores passa por Cabo Verde

Paulo Vasconcelos, aluno de Ciências Biológicas da Uni-CV, vive um misto de “orgulho e satisfação” por fazer parte das equipas mundiais que efectuam um estudo comparado do impacto de micro-plásticos e partículas naturais em animais marinhos filtradores.

É que Paulo, ao lado do seu colega alemão Leo Gottschalck, da Universidade de Rostock (Alemanha), tem consciência de que a experiência que têm em curso, numa das salas do Centro Oceanográfico do Mindelo (OSCM, na sigla em inglês), em São Vicente, pode, em caso de validação, trazer uma “revolução tremenda” para o futuro da humanidade.

Se 30% dos oceanos do mundo se converterem em santuários é possível proteger os oceanos?

Já há um mapa dos santuários necessários para proteger as espécies e os oceanos. Foi realizado por académicos e, segundo o The Guardian, é o primeiro plano detalhado que instrui os países para protegerem quase um terço dos oceanos do mundo até 2030, com cerca de 30% dos oceanos protegidos de toda e qualquer actividade humana.

 Vídeo

Porto de Lisboa – 6-7 Dezembro 2012

 “INTEGRAÇÃO DOS PORTOS DE TRANSHIPMENT NA AMÉRICA, ÁFRICA, EUROPA e ÁSIA” - Adalmir José de Sousa (4)

 VIII Congresso da APLOP | Maputo, Março 2015 #1

 IX Congresso da APLOP | Itajaí, Abril 2016 #8

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 Estudo de Mercado do Espaço Aplop, Versão 2.0 [1]

 VII Congresso da APLOP - Lobito - Cerimónia de abertura (4)

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 Futuro Terminal de Cruzeiros do Rio de Janeiro

 Mindelo e São Vicente com muita morabeza

 Operação Urbana Porto Maravilha - Simulação 3D do Sistema Viário

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 VI CONGRESSO DA APLOP - Painel I – Lisender Borges (1)

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Francisco Venâncio

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 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Marta Mapilele

 Porto de Luanda - 1955

 Constituição da APLOP - 13.05.2011 - Primeiros momentos

 Constituição da APLOP - João Carvalho (IPTM) e José Luís Cacho (APP)

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