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Planeta Terra passa a ter (oficialmente) cinco oceanos

A National Geographic Society fez o primeiro mapeamento dos oceanos em mais de 100 anos e, desta vez, reconhece que a Terra possui cinco oceanos.

Definir as fronteiras dos oceanos da Terra não é uma tarefa simples. Desde que a National Geographic Society passou a mapear o planeta em 1915, apenas quatro oceanos haviam sido confirmados: Atlântico, Pacífico, Índico e Ártico. Apesar de o Oceano Antártico ter sido informalmente divulgado pela comunidade científica ao longo dos últimos 100 anos, somente a 8 de junho deste ano é que a instituição reconheceu oficialmente as águas ao redor da Antártida como o quinto oceano do planeta.

INSTALAÇÃO DO CABO ÓPTICO SUBMARINO ELLALINK

Condições meteorológicas foram o maior desafio

A presidência portuguesa do Conselho da União Europeia (UE) inaugurou, em Sines, o cabo óptico submarino ‘EllaLink’, que liga a Europa à América do Sul e que será “essencial” para a interconexão digital dos continentes. A Logística Moderna dá-lhe a conhecer toda a operação logística.

DUROU 32 ANOS

Antigos corais revelam terramoto em «câmara lenta»

Uma equipa de investigadores descobriu um terramoto em “câmara lenta” que durou 32 anos – o mais lento já registado. O sismo levou eventualmente ao catastrófico terramoto de Sumatra em 1861.

Terramotos de “câmara lenta” ou “eventos de deslizamento lento” referem-se a um tipo de fenómeno de libertação de stresse prolongado, no qual as placas tectónicas da Terra deslizam umas contra as outras sem causar grande abalo ou destruição do solo. Normalmente envolvem movimentos entre alguns centímetros por ano a alguns centímetros por dia.

Egipto planeia linha de alta velocidade que ligará o Mar Vermelho ao Mediterrâneo

O Egipto planeia construir a primeira linha de comboio de alta velocidade, ligando os dois mares. Serão 1.000 km de extensão com 15 paragens ao longo do percurso.

A primeira parte do projecto terá uma extensão de 460 km, ligando El Alamein na costa mediterrânea do Egito e Ain Sokhna, no Golfo de Suez, segundo relata o Lonely Planet. Entre as 15 estações da linha de alta velocidade está também a ainda não nomeada "nova capital administrativa", que começou a ser construída em 2015.

O Oceano Atlântico está a ficar mais largo

O Pacífico continua a ser o maior oceano do planeta Terra, mas o Atlântico está a ganhar terreno à medida que se expande cerca de quatro centímetros por ano. Os cientistas já perceberam qual a razão para este fenómeno.

O deslocamento glaciar lento dos oceanos acontece devido aos movimentos contínuos das placas tectónicas da Terra. As forças geofísicas profundas, que sustentam este fenómeno extenso, estão, contudo, longe de ser plenamente compreendidas.

CABO VERDE

NRP Almirante Gago Coutinho realiza levantamentos hidrográficos ao largo de S. Vicente

O navio hidrográfico Almirante Gago Coutinho realizou, durante a atual missão, levantamentos hidrográficos ao largo da ilha São Vicente, em Cabo Verde.

Estas acções permitem mapear o fundo dos Oceanos e Mares com alta resolução, c​riar bases e identificar os locais mais indicados para se mapearem recursos, ecossistemas, fenómenos e sistemas submarinos relevantes para a preservação e exploração sustentada dos Oceanos, permitindo conhecer melhor o mar.

Cientistas descobrem quatro «pontes» na Fossa das Marianas

Uma expedição para mapear o fundo dos oceanos descobriu que a Fossa das Marianas, no Pacífico, o ponto mais profundo do planeta, é atravessada por quatro "pontes". A missão, liderada por James Gardner e Andrew Armstrong, da Universidade de New Hampshire, dos EUA, demorou três meses - de Agosto a Outubro de 2010 - a mapear os 400 quilómetros quadrados da Fossa.
Descobriu quatro "pontes" que se elevam até 2500 metros acima do fundo do oceano, que atinge aqui a profundidade máxima de 10 994 metros, na chamada Depressão Challenger. Uma leitura que também é nova (mesmo com uma margem de erro de 40 metros), já que anteriormente se pensava que a profundidade seria no máximo de 10 916 metros.

BRASIL

CDRJ faz acordo para compartilhamento de dados oceanográficos e meteorológicos nos Portos do Rio de Janeiro e de Niterói

A Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) celebrou um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com as Universidades Federais de Rio Grande (FURG) e do Rio de Janeiro (UFRJ), visando o compartilhamento do uso de equipamentos e de informações meteo-oceanográficas de interesse comum, no âmbito dos Portos do Rio de Janeiro e de Niterói.

Alasca pode esconder perigoso vulcão subaquático

De acordo com uma equipa de cientistas, um aglomerado de seis ilhas vulcânicas localizadas perto no Alasca, podem ser, na verdade, aberturas interconectadas para um vulcão escondido debaixo de água. Caso se confirme, este será o primeiro vulcão totalmente submerso nas Aleutas.

COM VÍDEO

Submarino chinês bate recorde e atinge parte mais profunda da Fossa das Marianas

A China transmitiu imagens ao vivo do seu novo veículo submarino que chegou no fundo da Fossa das Marianas no dia 10 de novembro. Esta é uma missão histórica no local subaquático mais profundo do planeta. O “Fendouzhe”, ou “Striver”, desceu a uma profundidade de mais de 10.000 metros no oeste do Oceano Pacífico. De acordo com a CCTV, estavam a bordo três investigadores.

Até agora, foram muito poucas as pessoas que visitaram o fundo da Fossa das Marianas, uma depressão na crosta terrestre que é mais profunda do que a altura do Monte Evereste.

CHINA

Antigo fragmento do Oceano Pacífico encontrado a 640 km de profundidade

Uma equipa de cientistas identificou um antigo pedaço do oceano Pacífico, estendendo-se por centenas de quilómetros sob a China, enquanto é puxado para baixo na zona de transição do manto da Terra.

Esta laje rochosa que costumava revestir o fundo do oceano Pacífico é uma relíquia da litosfera oceânica, a camada mais externa da superfície da Terra, composta pela crosta e as partes mais externas sólidas do manto superior.

O continente africano está a separar-se lentamente (e um novo oceano está a nascer)

Na região de Afar, na Etiópia, as placas tectónicas da Arábia, Núbia e Somália estão lentamente a afastar-se umas das outras, um processo geológico complexo que deverá acabar por dividir África em duas e criar uma nova bacia oceânica daqui a milhões de anos.

O destino tectónico do continente africano tem sido estudado durante várias décadas. Porém, novas medições de satélite estão a ajudar os cientistas a entender melhor a transição e a oferecer ferramentas valiosas para estudar o nascimento gradual de um novo oceano num dos pontos geologicamente mais únicos do planeta.

Detectado um raro terramoto «boomerang» nas profundezas do Oceano Atlântico

Uma equipa de geólogos encontrou evidências de um terramoto “boomerang” raro e praticamente sem precedentes que fez tremer as profundezas do Oceano Atlântico em 2016.

O terramoto ocorreu ao longo da zona de fratura Romanche, que fica perto do Equador, aproximadamente a meio caminho entre a costa leste do Brasil e a costa oeste da África.

Hidrogénio oculto nas cordilheiras oceânicas aponta para biosfera desconhecida

Ao fornecer uma estimativa da quantidade de hidrogénio disponível para alimentar a vida microbiana abaixo da dorsal oceânica, um novo estudo lançou luzes sobre uma das biosferas menos compreendidas da Terra.

A maioria dos micróbios cria matéria orgânica através da fotossíntese alimentada pela luz solar. No entanto, as comunidades microbianas quimiossintéticas, que vivem nas profundezas da rocha vulcânica da crosta oceânica da Terra, carecem desta fonte de energia. Por isso, em vez de luz solar, usam hidrogénio – um gás que é libertado quando a água flui através de rochas ricas em ferro – como combustível para converter dióxido de carbono em alimento.

COM VÍDEO

A «estação espacial» submarina Proteus vai desvendar os mistérios do Atlântico

O Proteus quer ser o maior laboratório submarino do mundo, uma espécie de “estação espacial” dos oceanos. Os custos do investimento rondam os 135 milhões de dólares e deverá estar concluído daqui a três anos.

Os oceanos cobrem grande parte do nosso planeta, mas os especialistas estimam que apenas 5% tenham sido explorados. Um novo projeto, liderado pelo neto do famoso oceanógrafo Jacques Cousteau, Fabien Cousteau, e pelo designer Yves Béhar, tem como objetivo a criação do maior laboratório submarino do mundo. Segundo o New Atlas, esta “estação espacial” dos oceanos vai ajudar os cientistas a estudar os mistérios do oceano Atlântico.

Kathy Sullivan é a primeira mulher a alcançar a Challenger Deep, o lugar mais fundo da Terra

A ex-astronauta e oceanógrafa Kathy Sullivan mergulhou 35 810 pés, cerca de 11 quilómetros, abaixo da superfície terrestre. Assim, Sullivan tornou-se a primeira pessoa a caminhar no espaço e a descer até ao mais profundo dos oceanos.

Placa tectónica gigante debaixo do Oceano Índico está a partir-se em duas

A gigantesca placa tectónica sob o Oceano Índico, chamada Índia-Austrália-Capricórnio, está a partir-se e ficará dividida em duas partes, segundo um novo estudo.

A placa está a partir-se cerca de 1,7 milímetros por ano – ou seja, num milhão de anos, as duas peças da placa ficarão cerca de 1,7 quilómetros mais distantes do que estão agora.

COM VÍDEO

Simulação mostra como seria a Terra se os oceanos fossem drenados

Num remake de um vídeo da NASA de 2008, o cientista James O’Donoghue mostra como seria a Terra se toda a água do planeta fosse drenada, revelando os três quintos escondidos da superfície.

À medida que os oceanos perdem água lentamente, os primeiros pedaços de terra oculta que emergem são as plataformas continentais — as margens submarinas de cada continente.

O Oceano Atlântico pode começar do outro lado do mundo

Uma questão chave para os cientistas do clima é sobre a possível desaceleração do sistema de circulação principal do Oceano Atlântico, o que poderia ter consequências dramáticas para a Europa e outras zonas.

Porém, um novo estudo sugere que a ajuda para este oceano pode vir de uma fonte inesperada: o Oceano Índico. O novo estudo, conduzido por Shineng Hu, da Scripps Institution of Oceanography da Universidade da Califórnia-San Diego, e Alexey Fedorov, da Yale University, publicado na revista Nature Climate Change, é o mais recente de uma crescente corpo de pesquisa que explora a forma como o aquecimento global pode alterar os componentes do clima global, como a circulação de retorno do Atlântico Sul (AMOC).

Florestas ancestrais dos Himalaias encontradas nas profundezas do oceano

Os restos de florestas ancestrais foram encontradas nas profundezas do oceano, a milhares de quilómetros de distância das suas origens montanhosas. Os cientistas encontraram madeira com 19 milhões de anos nas camadas de sedimentos do fundo do Golfo de Bengala.

Investigadores liderados por Sarah Feakins, da Universidade da Califórnia do Sul, em Los Angeles, mergulharam mais de três metros, recuperando sedimentos a 800 metros abaixo do fundo do mar. Ao analisar a amostra principal, a equipa conseguiu ver que as árvores foram levadas para o oceano há milhões de anos antes de ficarem presas no chão.

 Vídeo

Sobrevoando a Restinga e a cidade do Lobito (Angola)

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