13 A 27 DE JUNHO
Grupo brasileiro reproduz viagem de Kubitschek em Portugal
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Iniciativa promovida pelo editor Victor Alegria juntará um grupo de brasileiros em Portugal para percorrer, em Junho, a mesma rota que Juscelino Kubitschek fez há 50 anos em terras lusas.
REPORTAGEM DO «DIÁRIO DE LISBOA»
Juscelino Kubitschek em Portugal
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A presença de Juscelino Kubitschek em Portugal, assinalada pelo "Diário de Lisboa". Notícia de 11 de Janeiro de 1963.
A VIAGEM DE QUE SALAZAR NÃO GOSTOU
Juscelino Kubitschek no Fundão
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Ignorando o protocolo e, provavelmente, assumindo uma posição não politicamente correcta, o então ex-presidente do Brasil Juscelino Kubitschek de Oliveira (JK), decide aceitar o genuíno e simples convite que António Paulouro, Director do Jornal do Fundão, lhe endereça quando é recebido pelo fundador de Brasília em terras de Vera Cruz e cria um verdadeiro problema diplomático ao governo português. O ditador, António Oliveira Salazar, chefe do governo português, fica furioso e nunca mais esquece a partida que o grande estadista e o grande jornalista lhe pregaram, ordenando a censura de qualquer referência à visita de Janeiro de 1963.
BRASIL
Suposto tesouro de pirata inglês desperta a curiosidade de curitibanos
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Um pirata inglês, conhecido como 'Zulmiro', viveu em Curitiba entre 1820 e 1880. É o que diz uma das lendas mais comentadas entre pesquisadores e moradores da capital paranaense. Segundo o pesquisador Marcos Juliano Ofenbock, ele teria deixado um tesouro escondido em um túnel construído por jesuítas, onde atualmente está instalado o Bosque Gutierrez, no bairro Vista Alegre.
ABRIL DE 1652
Holandeses colonizam Cabo da Boa Esperança
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No dia 6 de Abril de 1652, chegaram os primeiros colonizadores ao Cabo da Boa Esperança, no sul de África. A Companhia das Índias Orientais havia encarregado o médico Jan van Riebeeck de fundar uma base no local.
No livro "The Rise and Fall of Apartheid in South Africa", Sparks escreveu: "A história girou com o vento. Tivessem os portugueses ficado no Cabo, jamais teria havido o povo dos africânders (ou boers) e a sua ideologia do apartheid. Talvez uma República da Boa Esperança, rica em minérios, ter-se-ia desenvolvido num segundo Brasil, numa sociedade conhecida por integrar diversas raças e não como símbolo mundial da segregação racial."
Submarino da Segunda Guerra Mundial descoberto no Mar do Norte
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Um submarino alemão U-486 partido ao meio foi descoberto durante a construção de um oleoduto no Mar do Norte perto de Bergen, na Noruega, informa o Museu Marítimo da cidade.
5 DE MARÇO DE 1512
Nasce o revolucionário cartógrafo Mercator
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Cientista, desenhador, filósofo e comerciante, o genial filho de um sapateiro flamengo redefiniu na Alemanha a forma de representar em duas dimensões o nosso mundo tridimensional, enfrentando até acusações de heresia.
O clima era de revolução cultural. Navegadores descobriam novos continentes, Nicolau Copérnico reconhecia que os planetas revolviam em torno do Sol, um monge dissidente alemão chamado Martinho Lutero rebelava-se contra a Igreja Católica. Um novo mundo estava à espera de ser descoberto.
Darwin no carnaval brasileiro
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O HMS Beagle atravessou o Atlântico e atracou em Salvador, na Bahia de Todos os Santos, a 28 de Fevereiro de 1832. Darwin não ficou indiferente à beleza dos seus arredores. A primeira impressão no seu diário de bordo exalta a cidade vista do seu porto:
“Seria difícil de imaginar, antes de contemplar a vista, qualquer coisa tão magnífica.”
28 DE JANEIRO DE 1808
Abertura dos portos brasileiros
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O Decreto de Abertura dos Portos às Nações Amigas foi uma carta régia promulgada pelo Príncipe-regente de Portugal Dom João de Bragança, no dia 28 de Janeiro de 1808, em Salvador, na Capitania da Baía de Todos os Santos, no contexto da Guerra Peninsular. Foi a primeira Carta Régia promulgada pelo Príncipe-regente no Brasil, o que se deu apenas quatro dias após sua chegada, com a família real e a nobreza portuguesa, em 24 de janeiro de 1808.
VIAJANDO PELA HISTÓRIA
14 de Janeiro de 1860: Siemens instala cabo submarino entre o Egipto e a Índia
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No dia 14 de Janeiro de 1860, o empresário alemão Werner von Siemens completou a instalação de um cabo submarino entre o Egipto e a Índia.
Naquela época, telegrafar era um privilégio de grandes empresários e dos governos. A Newall, no entanto, não lucrou muito com o cabo índico. Segundo Wengel, a ligação funcionou satisfatoriamente durante apenas cinco anos. Depois de sofrer as primeiras grandes danificações, o cabo foi abandonado. Era impossível arrancá-lo do fundo do mar, devido ao peso das colónias de corais presas presas ao cabo.
NAUFRÁGIO DO CAMARGO
Comandante que incendiou o navio preso a 5 de Janeiro de 1863
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Em 1826, Dom Pedro I acordou com os ingleses o reconhecimento da Independência do Brasil, e em troca, proibir e acabar com o tráfico de escravos em no máximo quatro anos. Infelizmente o acordo não surtiu efeito, pois os navios ingleses eram obsoletos e não conseguiam navegar tão rápido quanto os velozes clipers americanos, que continuavam a trazer escravos para o Brasil. Somente no ano de 1850, com a ajuda das autoridades brasileiras, o comércio de escravos foi finalizado.
O navio negreiro Camargo fez o seu último desembarque no ano de 1862. Ao chegar a terra com 500 africanos, o comandante Nathanael Gordon, natural do Maine, Estados Unidos, incendiou a sua própria embarcação para escapar da perseguição das autoridades brasileiras.
3 DE JANEIRO DE 1959
Alasca torna-se o 49.º Estado dos EUA
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Terminada a II Guerra Mundial, a população do Alasca passou a pressionar cada vez mais o governo americano a fazer do território um novo Estado americano. Várias leis foram introduzidas e rejeitadas com tal propósito no Congresso. Finalmente, em 1958, o Congresso americano aprovou a elevação do Alasca à categoria de Estado. A 3 de Janeiro de 1959, o então Presidente dos Estados Unidos da América, Dwight D. Eisenhower, assinou a emenda da constituição que tornou o Alasca o 49° Estado americano.
20 DE JULHO DE 1910
Inauguração do primeiro cais do Rio de Janeiro
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Denominado Lauro Muller (Gamboa), o trecho inicial do cais do Porto do Rio de Janeiro foi inaugurado em 20 de Julho de 1910. Com 800 metros de extensão, o local foi a matriz de onde começou a ser definida a vida urbana da cidade, bem como sua estrutura económica e cultural. O primeiro navio a atracar no porto foi o de bandeira inglesa Horace, com mercadorias provenientes de Lisboa. No início do século XIX, com a chegada da corte portuguesa ao Brasil, a Zona Portuária passou a ser considerada área nobre.
O historiador Milton Teixeira conta que o porto era o único meio de entrada no país. “O Rio sempre foi o porto. E não só da cidade, mas do Brasil porque aqui entravam as mercadorias, as novidades, os pensamentos. Até o temperamento caloroso do carioca tem a ver com essa receptividade influenciada pelo porto”, diz o historiador.
BRASIL
Porto do Recife apresenta descobertas do Cais da Lingueta
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O Porto do Recife anunciou a descoberta e identificação do Cais de Calheta, que serviu para embarque e desembarque de cargas e passageiros na cidade nos séculos 18, 19 e início do século 20. Além das ruínas do Cais, um canhão, uma âncora, louças, garrafas e correntes também foram encontrados.
BRASIL
História do Porto de Maceió
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A Previsão de melhoramentos no ancoradouro da cidade de Maceió data de 1875. Em 1896 a empresa The National Brazilian Harbour Company Ltd. obteve a concessão do porto nos permissivos da Lei Imperial nº 1.746, de 13 de outubro de 1869, mas não realizou as obras determinadas, sendo o contrato rescindido pelo Governo Federal em 1905.
Novos estudos foram elaborados a partir de 1910, contudo, o desenvolvimento das instalações sofreu impedimentos de ordem financeira. Pelo decreto nº 23.469, de 16 de novembro de 1933, a União autorizou o governo do estado de Alagoas a construir e explorar comercialmente o porto. A execução do atual projeto, teve início em 1935, a cargo da Companhia Geral de Obras e Construções S.A. - GEOBRA, ocorrendo a inauguração do cais em 20 de outubro de 1940.
1620
Puritanos chegam à América
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"Faz dez dias que vimos terra pela última vez. Hoje é 19 de novembro de 1620 e eu agradeço a Deus por ter cuidado de mim durante a travessia do oceano a bordo do Mayflower. Precisamos de 66 dias exatos para finalmente nos tornarmos livres. Livres das más influências do mundo.
"A bordo de nosso navio, não estávamos apenas nós, que queremos viver totalmente conforme os preceitos de Deus e da Bíblia, mas também pessoas que buscam na América uma felicidade diferente da que procuramos. Mas nós sabemos: igualdade entre os homens é nossa missão. Por isto, eu, William Bradford, firmei um contrato com os demais homens e o assinei. Nós o batizamos de Mayflower Compact.
NOS TEMPOS DA INDEPENDÊNCIA, VÁRIOS BRASILEIROS FIZERAM FAMA E FORTUNA DO OUTRO LADO DO OCEANO
Angola, Terra de oportunidades
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Com a independência do Brasil, Portugal correu o risco de perder, por tabela, outra colónia: Angola. Temia-se que a possessão africana fosse anexada pelos brasileiros. E havia bons motivos para essa preocupação. Durante mais de 300 anos, ambas as regiões estiveram nas duas pontas do tráfico de escravos. Quase 70% dos cerca de cinco milhões de africanos que desembarcaram no Brasil vinham do Congo e de Angola. E as relações iam muito além do comércio negreiro: pelo menos desde o século XVII, africanos da costa centro-ocidental e brasileiros estavam unidos por laços mercantis, familiares e culturais.
Por isso, logo depois da independência, Portugal chegou a enviar centenas de soldados para assegurar o controle de Angola e adiou o retorno a Lisboa de um navio de guerra fundeado em Luanda.
ALGO MAIS QUE UM PARAÍSO!
Empatia pelos brasileiros
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Um grupo de 15 estrangeiros desembarca no porto do Rio de Janeiro em Abril de 1865 para estudar os peixes da Amazónia. À frente está o naturalista suíço Louis Agassiz, acompanhado de sua mulher, Elizabeth Cary Agassiz, um artista, um aprendiz de fotógrafo e uma trupe de cientistas e estudantes. Entre tantos estudiosos, um americano chamado William James, académico de medicina de 23 anos, pode ter passado despercebido. Mas aquela viagem é considerada uma importante influência na obra de James, que fundou, nas décadas seguintes, a teoria filosófica do Pragmatismo – cada indivíduo, em contacto com a realidade, seria capaz de testar e escolher os pensamentos que melhor respondessem aos problemas colocados pelo mundo exterior.
NAVIO DE D. JOÃO VI TRANSFORMADO EM PRISÃO FLUTUANTE
Presos ao mar
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Pode parecer estranho que um navio português, depois de desempenhar papel principal em diversas comissões navais, tenha sido utilizado no Brasil como depósito de pessoas socialmente indesejáveis. Mas havia precedentes. Desde 1803, a nau Belém servia de prisão, em Lisboa, para degredados que seriam enviados a possessões portuguesas no ultramar. Uma das vantagens da Príncipe Real para também cumprir esta função era seu grande porte. Podia receber até 950 pessoas, o que permitia a custódia de um número expressivo de homens em local fechado e cercado de água por todos os lados.
JÚLIO VERNE E O BRASIL
Amigáveis trópicos
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Quem viajou até o centro da Terra, deu a volta ao mundo em 80 dias e percorreu 20 mil léguas submarinas dificilmente ignoraria um dos ambientes mais misteriosos e sedutores do planeta: a floresta amazónica. E Julio Verne não a ignorou.
Um dos mais reconhecidos escritores franceses, considerado por muitos o pai da ficção científica moderna, Verne (1828-1905) era especialista em criar histórias de aventura que alimentavam a imaginação dos leitores sobre povos e regiões a serem desbravados. Ao fazê-lo, revelava também como era o olhar europeu para o restante do mundo.
Vídeo
VI CONGRESSO DA APLOP - Painel I – Lisender Borges (1)
VI CONGRESSO DA APLOP – Trabalhos de extensão do Porto do Lobito
VI CONGRESSO DA APLOP - Painel I – Francisca Chambal
VI CONGRESSO DA APLOP - Painel I – Robledo Gioia
VI CONGRESSO DA APLOP - Painel I – Sandra Augusto
VI CONGRESSO DA APLOP - Abertura do Painel I - Lídia Sequeira
VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Francisco Venâncio
VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Jorge Luiz de Mello
VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Marta Mapilele
VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Adriano Rosamonte
VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Augusto Fernando Cabi
VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Madalena Neves
VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Fernando Nunes da Silva
Constituição da APLOP
Foto de família



























