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VIAJANDO PELA HISTÓRIA DOS DESCOBRIMENTOS

A dura vida dos navegantes

Fome, sede, doença e estupro eram apenas algumas das palavras incorporadas ao quotidiano dos navegantes nos séculos XV e XVI. Fugindo de uma vida dura na Europa, centenas de homens embarcaram nas caravelas dos descobrimentos. Alguns procuravam enriquecimento rápido e fama; outros, penitência pelos pecados e oportunidade de difundir a fé em Cristo. Eram atraídos pela brisa do mar e pela aventura, encontrando uma existência repleta de surpresas nem sempre agradáveis.

Entre os obstáculos que precisaram ser vencidos para desbravar os mares, nenhum supera a dureza do quotidiano nas caravelas. Os tripulantes eram confinados a um ridículo espaço que impedia qualquer tipo de privacidade. Os hábitos de higiene eram precários. Proliferavam insetos parasitas: pulgas, percevejos e piolhos. O mau cheiro acumulava-se, tornando-se insuportável em pouco tempo.

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Homem à vista!

Quando o espanhol Rodrigo de Triana, marinheiro a bordo da caravela Pinta, avistou as Bahamas às duas horas da manhã do dia 12 de outubro de 1492, estava dando início àquela que provavelmente foi a maior transformação já ocorrida no globo. A chegada das caravelas ao Novo Mundo pôs os europeus em contacto com novos produtos, novos hábitos e novas necessidades. A incorporação dessas regiões à esfera de influência da Europa teve grande importância económica, política e estratégica.

RIO DE JANEIRO, BRASIL

Copacabana de outros tempos

Por ficar numa área de difícil acesso, até ao final do século XIX só existiam na localidade o Forte Reduto do Leme, a pequena Igreja de Nossa Senhora de Copacabana e algumas chácaras e sítios.Segundo a lenda, após a chegada dos espanhóis à região, Nossa Senhora teria aparecido no local para Francisco Tito Yupanqui, um jovem pescador, que, em sua homenagem, teria esculpido uma imagem da santa que ficou conhecida como Nossa Senhora de Copacabana: a Virgem vestida de dourado pousada sobre uma meia-lua.

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Natureza iluminada

Riquezas minerais, uma imensa variedade animal, plantas em uma profusão de cores e formas. Se hoje a natureza exuberante do território brasileiro inspira movimentos de preservação do meio ambiente, em fins do século XVIII ela atraiu a atenção de naturalistas portugueses, que tentavam torná-la algo compreensível para os europeus civilizados, além de rentável para a Corte.

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Reveladas novas imagens dos destroços do Titanic

A missão a mais de três mil metros de profundidade foi realizada no início do mês de agosto, no Oceano Atlântico. O Titanic atingiu um iceberg a 14 de abril de 1912, quatro dias após ter dado início à viagem inaugural. O navio naufragou na madrugada seguinte. Dos 2223 passageiros e tripulantes a bordo, 1517 morreram.

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Diversão a bordo

A tensão na rotina das caravelas era amenizada em algumas ocasiões especiais. Os padres embarcados encarregavam-se de actuar como apaziguadores dos ânimos da tripulação, usando as comemorações religiosas para canalizar as atenções em prol da vida espiritual. As festas tinham a função de entrosar os participantes. Além disso, celebrar um dia santificado era uma tentativa de domar as forças da natureza, expressas nas calmarias e tempestades, uma busca de protecção contra as intempéries.

Descobrimentos e as marcas da globalização

Se as lendas sobre os seres fantásticos de terras ignotas podiam gerar curiosidade e quiçá uns calafrios aos mais imaginativos, a realidade próxima dos europeus provocava-lhes um grande receio. Se a ausência de viagens de exploração para as águas ocidentais se compreendia, devido ao desconhecimento de terra firme alcançável e devido à falta de meios de orientação em mar alto aberto, a recusa de explorarem a costa ocidental africana radicava apenas no medo – todos criam que as águas a sul do Bojador eram povoadas por seres bestiais e agressivos, e todos julgavam que a própria água era quente demais por causa do aumento do calor sempre que se avançava para sul.

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Novo mundo, novos termos

1492 mudou o mundo. Diferentes interpretações e conceitos tentam explicar as origens e os motivos dessa mudança. Mas cada um deles corresponde a diferentes posições ideológicas e pontos de vista dos estudiosos que se debruçam sobre a questão. O que parecia claro a todos é que tamanha transformação não podia ser atribuída apenas ao avanço da técnica ou ser mero reflexo da expansão comercial e marítima e da conquista de mercados, próprias da revolução comercial que se instalou na Europa no final da Idade Média.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Praias desaparecidas do Rio de Janeiro

Até ao final do século 19, quase todo o litoral da cidade do Rio de Janeiro ainda era cercado de praias. Ou seja, de um lado as montanhas, no meio faixa de terras e lagoas, e do outro lado o mar. Com o decorrer dos anos, muitas lagoas e áreas alagadiças de terra baixa, onde o mar penetrava, foram aterrados para que a cidade ganhasse mais áreas e espaços. E em algumas áreas da cidade, muitas praias e lagoas deixaram de existir.

Riquezas perdidas no mar

A lista de galeões espanhóis que entre os finais do século XV e princípios do século XIX nunca chegaram ao porto é interminável. Em 2009, o governo espanhol fez uma estimativa das riquezas que se afundaram com eles. Segundo os seus cálculos, o ouro e a prata perdidos poderiam valer 100 mil milhões de euros, mas o seu verdadeiro valor é cultural e imaterial.

Planisfério de Cantino: Um mapa para o mundo (quase) inteiro

É um monumento precioso do património cartográfico mundial. O planisfério de Cantino (1502) contém informação única sobre as viagens de exploração do final do século XV e início do século XVI. É também muito valioso na época em foi construído: pelo seu tamanho, beleza artística, riqueza da decoração e por conter informação actualizada e estratégica sobre um mundo que era descoberto dia a dia.

20 DE JULHO DE 1910

Inauguração do primeiro cais do Rio de Janeiro

Denominado Lauro Muller (Gamboa), o trecho inicial do cais do Porto do Rio de Janeiro foi inaugurado em 20 de Julho de 1910. Com 800 metros de extensão, o local foi a matriz de onde começou a ser definida a vida urbana da cidade, bem como sua estrutura económica e cultural. O primeiro navio a atracar no porto foi o de bandeira inglesa Horace, com mercadorias provenientes de Lisboa. No início do século XIX, com a chegada da corte portuguesa ao Brasil, a Zona Portuária passou a ser considerada área nobre.
O historiador Milton Teixeira conta que o porto era o único meio de entrada no país. “O Rio sempre foi o porto. E não só da cidade, mas do Brasil porque aqui entravam as mercadorias, as novidades, os pensamentos. Até o temperamento caloroso do carioca tem a ver com essa receptividade influenciada pelo porto”, diz o historiador.

PORTOS DA LUSOFONIA

O Porto do Rio de Janeiro no Princípio do Século XX

O Porto do Rio de Janeiro estabeleceu-se em enseada da costa ocidental da baía de Guanabara e está situado na latitude 22 54´23“ Sul e na longitude 43 10’ 22” Oeste de Greenwich (coordenadas do antigo observatório Astronómico).
Em princípios do século XX os serviços de expedição de mercadorias para o exterior, e para os Estados por via marítima, e do recebimento das provindas de fora, por mar, eram efectuadas geralmente por meio de saveiros que atracavam em pontes quase todas de madeira, “piers” ou cais de pequeno calado d’água; apenas em algumas dessas construções acostavam vapores de pequena cabotagem.

AS VIAGENS DE CIRCUM-NAVEGAÇÃO E A AMÉRICA DO SUL

Charles Wilkes descrevendo a sua sensação ao entrar no porto do Rio de Janeiro

Assim que adentramos ao porto, nossa bandeira foi vista sobre as ondas e aquela magnífica peça de arquitectura naval, o Independence; e quando passamos por ele, nossos peitos pulsaram ao som de Hail Columbia, tocada pela banda (...) Há um sentimento de segurança ao entrar no porto do Rio, que poucas vezes experimentei em outro lugar, nem mesmo nas nossas próprias águas. As montanhas oferecem uma completa protecção contra os ventos e os oceanos.

A rigorosa reconstituição histórica de uma Nau

A réplica em tamanho real da nau San Juan esconde-se dos olhares indiscretos dentro de um grande cubo de madeira, como um presente por abrir. É difícil imaginar que esta simples estrutura espreitando o mar, no coração do estuário da Guipúscoa, alberga no interior todo o conhecimento dos mestres construtores de navios de há 500 anos.

Encontrada a primeira carta que relatava o regresso de Cristóvão Colombo depois de descobrir a América

O documento mais antigo que relata o regresso de Cristóvão Colombo depois de descobrir a América acaba de ser encontrado pelo Arquivo da Nobreza, dependente do Ministério da Cultura espanhol, no seu trabalho de tratamento técnico e digitalização do Arquivo dos Condes de Villagonzalo.

“Nosso muito alto, excelente e poderoso príncipe, rei de Castela, de Aragão da Sicília, de Granada e nosso amado príncipe irmão”, pode ser lido em português no verso da carta datada de 4 de março de 1493 e escrita por João II de Portugal a Fernando, o Católico, onde o ato de Colombo se anuncia pela primeira vez. Está escrito no mesmo dia em que Colombo chegou a Lisboa depois da sua aventura.

Sabemos finalmente o que matou a vida marinha na extinção em massa mais mortal da História

O aumento das temperaturas acelerou o metabolismo das criaturas, aumentando as suas necessidades de oxigénio. No entanto, também esgotou o oxigénio dos oceanos, fazendo com que os animais (literalmente) sufocassem.

Há cerca de 252 milhões de anos, a Terra sofreu uma devastação catastrófica – um evento de extinção tão grave que destruiu quase toda a vida na Terra. É chamado de Evento de Extinção Permiano-Triássico, também conhecido como A Grande Morte.

CUMPRINDO A ROTA ORIGINAL

Uma réplica do Titanic vai mesmo fazer-se ao mar

O Titanic II, a réplica do navio original, já tem a primeira viagem marcada. Em 2022, a construção chinesa vai deixar o Dubai em direcção ao Reino Unido, de onde seguirá para os Estados Unidos, recriando o trajeto original.

O navio, que tem o valor de cerca de 438 milhões de euros, está a ser construído na China, ao contrário do original, que foi construído na Irlanda do Norte.

RIO DE JANEIRO, BRASIL

Depois de denúncia de abandono, governo anuncia R$ 2 milhões para Cais do Valongo

O Ministério da Cultura informou em nota que vai investir R$ 2 milhões na criação do Centro de Interpretação, Referência e Visitação do Cais do Valongo, no Armazém Docas Dom Pedro II. O anúncio foi feito depois de denúncia pública de abandono do sítio classificado património mundial pela Unesco.

Quem pode reivindicar o maior tesouro submarino do mundo já encontrado?

Depois de muitas tentativas mal sucedidas, o navio submerso foi finalmente redescoberto na costa de Cartagena, Colômbia, em 2015. A recente operação de resgate para recuperar os milhões de euros em tesouros a bordo do galeão reacendeu o debate sobre quem tem o direito de reivindicar riquezas escondidas no mar, com vários lados diferentes disputando a propriedade do saque perdido.

 Vídeo

Porto de Lisboa – 6-7 Dezembro 2012

 “INTEGRAÇÃO DOS PORTOS DE TRANSHIPMENT NA AMÉRICA, ÁFRICA, EUROPA e ÁSIA” - Adalmir José de Sousa (4)

 VIII Congresso da APLOP | Maputo, Março 2015 #1

 IX Congresso da APLOP | Itajaí, Abril 2016 #8

 IX Congresso da APLOP | Itajaí, Abril 2016 #1

 Estudo de Mercado do Espaço Aplop, Versão 2.0 [1]

 VII Congresso da APLOP - Lobito - Cerimónia de abertura (4)

 VII Congresso da APLOP - Lobito - Cerimónia de abertura (3)

 VII Congresso da APLOP - Lobito – José Luís Cacho

 Futuro Terminal de Cruzeiros do Rio de Janeiro

 Mindelo e São Vicente com muita morabeza

 Operação Urbana Porto Maravilha - Simulação 3D do Sistema Viário

 Operação Urbana Porto Maravilha - Metodologia Construtiva

 VI CONGRESSO DA APLOP - Painel I – Lisender Borges (1)

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Francisco Venâncio

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Jorge Luiz de Mello

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Marta Mapilele

 Porto de Luanda - 1955

 Constituição da APLOP - 13.05.2011 - Primeiros momentos

 Constituição da APLOP

Constituição da APLOP

Foto de família