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1804

Viagem inaugural da primeira locomotiva do mundo

No dia 13 de Fevereiro de 1804, foi realizada a viagem inaugural do "cavalo mecânico", a primeira locomotiva. A máquina a vapor sobre trilhos destinava-se ao transporte mais rápido e eficiente de matérias-primas.
O director técnico do Museu Ferroviário de Bochum-Dalhausen, Thomas Huhn, explica que os trilhos sempre foram usados na mineração, só que os vagões eram puxados por cavalos. O construtor galês Richard Trevithick foi o inventor do "cavalo mecânico", que podia fazer mais força, sem nunca se cansar. Um cavalo com a força baseada na já então famosa invenção de James Watt, a máquina a vapor.

Encontrado famoso navio que desapareceu misteriosamente no Triângulo das Bermudas em 1925

Os destroços de um navio que desapareceu misteriosamente no Triângulo das Bermudas há 95 anos foram descobertos na costa da Florida, nos Estados Unidos.
O SS Cotopaxi – um navio mercante norte-americano – deixou Charleston, na Carolina do Sul,a 29 de novembro de 1925, carregado com carvão. Porém, o navio desapareceu sem deixar rasto antes de chegar ao seu destino final, Havana, em Cuba.

VÍDEO

Captadas imagens de tubarão de espécie anterior aos dinossauros

Uma equipa de cientistas norte-americanos conseguiu captar nas águas profundas das Bahamas imagens únicas do tubarão-albafar (Hexanchus griseus), conseguindo pela primeira vez rastrear esta espécie no seu habitat natural.

ANGOLA

Conheça a história do Porto de Luanda

A história do porto de luanda começou há cerca de 500 anos, quando Paulo Dias de Novais optou por desembarcar numa região próxima à desembocadura do rio Kwanza. A Baía de Luanda era o ponto ideal, pois, além de permitir combinar águas profundas e boa protecção contra as ondas em direcção aos ventos dominantes, também possibilitava a construção de fortificações desde a entrada da Corimba até São Pedro.

8 DE JANEIRO

Em 2005, um submarino da Marinha dos Estados Unidos encontrou uma montanha

No dia 8 de janeiro de 2005, o submarino USS San Francisco parou de repente. A tripulação do navio foi projectada e a maioria (137 membros) sofreu lesões derivadas do acidente.

Uma investigação aprofundada ao sucedido acabou por explicar em detalhe o que aconteceu: o arco do submarino ficou completamente esmagado porque o USS San Francisco tinha encontrado uma montanha submarina desconhecida.

Encontrado navio da II Guerra Mundial a 6.220 metros de profundidade

A última expedição da equipa de caçadores de naufrágios de Paul Allen, co-fundador da Microsoft, acaba de descobrir um navio da II Guerra Mundial a 6.220 metros de profundidade no mar das Filipinas.

A descoberta, que se deu a bordo do navio de exploração RV Petrel, foi anunciada no início do mês de novembro e representa o naufrágio mais profundo já descoberto, segundo explica a equipa citada em comunicado pelo portal Geek Wire.

PÁGINAS DA HISTÓRIA

O «homo viator» e a dimensão simbólica da viagem

Segundo Paulo Lopes, mestre em História Medieval, “o universo que envolve os livros de viagens medievais dá bem a ver como o homem medievo é essencialmente um homo viator. Um homem cujo imaginário é ao longo dos séculos cada vez mais preenchido pela dimensão simbólica da viagem e dos espaços longínquos a ela associados. Um homem que anda sempre e vê sempre, seja pelos caminhos físicos do espaço que percorre, seja pelos caminhos iniciáticos que conduzem à salvação da sua alma.”
 

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

O Medo do Mar

Para o homem europeu, o oceano era um lugar perturbador, onde o reino da água excluía a vida humana. O homem podia percorrer os rios, navegar nos mares interiores, mas quando as águas se estendiam a perder de vista, até distâncias completamente desconhecidas, como o caso do oceano Atlântico, então o mar transformava-se no reino de todos os monstros.

Vida na Terra pode ter começado nas profundezas do oceano e não em águas paradas

Uma experiência que recriou as condições quentes e alcalinas encontradas em fendas hidrotermais no fundo do oceano permitiu assistir ao nascimento espontâneo de protocélulas, uma forma básica da estruturas das células, essenciais à vida.

O Oriente dos viajantes medievais

As narrativas das viagens medievais (conhecidas como mirabilia) tinham como fio condutor as experiências dos viajantes, que revelavam um mundo desconhecido e insólito, em que não se via apenas com os olhos, mas também com os olhos "da alma": a imaginação.
Claude Kappler reforça a ideia de que, durante a Idade Média, os viajantes partiam em busca de um mundo novo, “num lugar não definido em termos geográficos, mas idealizado, um lugar pra lá da fronteira que dividia a Europa da Ásia, o mundo visível, do desconhecido”.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA DOS DESCOBRIMENTOS

Araribóia - Ilustríssimo chefe indígena

No Espírito Santo, a parceria com os temiminós rendeu a Portugal importantes acções de defesa do território. Os índios destacaram-se na luta contra outras tribos hostis e contra piratas na costa. Tanto que, em 1564, Araribóia e seus liderados juntam-se a Estácio de Sá (1520-1567) em investidas contra os franceses, com o objectivo de fundar a povoação do Rio de Janeiro. “Acompanhava a frota um índio, de nome Arary-boia – que ficou registado na história do tempo como Martim Afonso Araribóia – e que era amigo dos portugueses desde a época em que a terra de Piratininga fora desbravada. Agora, fizera companhia a Estácio para o ajudar a estabelecer-se na terra dos Tamoios”, relata o padre José de Anchieta (1534-1597).

MAR: Ousadia e Medo

"(...) é habitual afirmar-se que os primeiros navegadores portugueses tiveram de vencer o medo do mar para de aventurarem no mar oceano desconhecido e assim dar início às ousadas viagens oceânicas que os levaram a percorrer os quatro cantos do globo. Consideramos que não é assim tão simples, pois os mareantes lusos (e todos os outros europeus) não venceram o medo, antes fizeram algo bem mais ousado: aprenderam a viver com ele. (...) Esse medo - que podemos considerar como novo, pois resulta do contacto direto e brutal com a realidade, ao contrário do medo dos séculos anteriores, que tinha origem sobretudo no ouvir dizer (...)"

VIAJANDO PELA HISTÓRIA DOS DESCOBRIMENTOS

Benguela anexada ao Brasil?

Entre tantas idas e vindas transatlânticas, não surpreende que um carioca se tenha tornado governador de Benguela, em 1835. Justiniano José dos Reis havia sido membro da junta do governo provisório da cidade durante o período turbulento que se seguiu à independência do Brasil – quando Benguela foi chacoalhada por rumores de um movimento golpista cujo alvo era sua anexação à ex-colónia tropical.

Um dos suspeitos de participar da conspiração foi o carioca Francisco Ferreira Gomes, que vivia em Benguela desde 1800. Também ele um degredado, fora soldado no Batalhão de Henriques, força militar formada só por negros, inspirada no lendário grupo homónimo que existira no Brasil, batizado em homenagem a Henrique Dias, herói negro das guerras contra os holandeses em Pernambuco no século XVII.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA DOS DESCOBRIMENTOS

Terra de oportunidades

Nos tempos da independência, vários brasileiros fizeram fama e fortuna do outro lado do oceano.
Com a independência do Brasil, Portugal correu o risco de perder, por tabela, outra colónia: Angola. Temia-se que a possessão africana fosse anexada pelos brasileiros. E havia bons motivos para essa preocupação.
Durante mais de 300 anos, ambas as regiões estiveram nas duas pontas do tráfico de escravos. Quase 70% dos cerca de cinco milhões de africanos que desembarcaram no Brasil vinham do Congo e de Angola. E as relações iam muito além do comércio negreiro: pelo menos desde o século XVII, africanos da costa centro-ocidental e brasileiros estavam unidos por laços mercantis, familiares e culturais.

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Embarque sem volta

A bordo da nau Príncipe Real, chegaram ao Rio de Janeiro, em 1808, a rainha D. Maria, o príncipe D. João e seu filho D. Pedro. Essa história todo mundo conhece, e também o desfecho: treze anos depois, D. João VI regressa a Portugal, mas deixa o filho, responsável pela Independência, em 1822. Menos conhecido é o destino daquele navio. Ao contrário de seus ilustres passageiros, a embarcação teve um fim nada nobre: foi transformado num depósito de prisioneiros conhecido como “Presiganga”.

Cartografia náutica portuguesa

Armando Cortesão definiu quatro grandes marcos na história da ciência náutica e da cartografia: o desenvolvimento da carta‑portulano, no século XIII, no Mediterrâneo; a invenção da navegação astronómica e consequente introdução da escala das latitudes nas cartas, em finais do século XV; a descoberta da loxodrómia e a sua representação por uma linha recta na carta desenhada segundo a projecção de Mercator; e por último o aperfeiçoamento do cronómetro, pelo inglês Harrisson, em finais do século XVIII, que permitiu a determinação da longitude no mar.

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Unidos pelo tráfico

Entre os anos 1600 e 1800, mais de 3,1 milhões de pessoas, só da região Centro-Ocidental de África, embarcaram rumo à escravidão nas Américas e em ilhas africanas como São Tomé. No entanto, a escravidão em África é bem anterior à presença dos europeus no continente. O reino do Congo, por exemplo, já usava mão de obra escrava para o serviço militar, administrativo e na agricultura antes da chegada dos portugueses, no início do século XVI.

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Um toque de além-mar

Na tela, um estudioso mexe nos objectos de sua escrivaninha. Ele abre a caixa de escrita e tira uma pena, talvez também procure tinta. Ao mesmo tempo, olha para o livro aberto em cima da mesa, especialmente iluminado pela luz do dia que entra pela janela.

Este poderia ser apenas mais um quadro holandês antigo e passar despercebido para um observador brasileiro. Mas, reparando bem, há na pintura um elemento especial: no grande quadro pendurado na parede branca aparece a costa de Pernambuco, na altura de Recife e Olinda.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA DOS DESCOBRIMENTOS

Conquista nada pacífica

A Oceania foi o último continente “descoberto” e colonizado pelos europeus. Com ilhas dispersas numa fatia de oceano, da Austrália aos pequenos atóis, as histórias dos seus povos são profundamente relacionadas com o mar. Os polinésios, com as suas enormes canoas, descobriram e povoaram ilha após ilha, até chegarem às mais remotas, por volta do século X. Existe até mesmo a hipótese de que povos dessa região realizaram, por mar, a primeira onda migratória para a América, anterior à dos asiáticos, dos quais descenderiam os nossos indígenas.

Foi também pelo mar que a sua história sofreu a guinada mais radical, com a chegada dos europeus. Não foram pacíficas as relações entre esses novos conquistadores e os nativos.

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Américo antes da América

O indivíduo cujo nome baptizaria um continente passou boa parte de sua vida à margem do poder e das glórias. Antes de inscrever o seu nome na história das navegações e na geografia do mundo, Américo Vespúcio (1454-1512) coleccionou inúmeras vocações, nem sempre bem-sucedidas: empregado dos Médici, credor, revendedor de pedras preciosas, mediador de conflitos, armador, investidor, piloto improvisado. Ainda hoje a imagem de sábio se confunde com a de charlatão. A sua parábola, afinal, revela um sonhador com olhos nas estrelas ou um génio da dissimulação e da impostura?

 Vídeo

Porto de Lisboa – 6-7 Dezembro 2012

 “INTEGRAÇÃO DOS PORTOS DE TRANSHIPMENT NA AMÉRICA, ÁFRICA, EUROPA e ÁSIA” - Adalmir José de Sousa (4)

 VIII Congresso da APLOP | Maputo, Março 2015 #1

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 Estudo de Mercado do Espaço Aplop, Versão 2.0 [1]

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 Futuro Terminal de Cruzeiros do Rio de Janeiro

 Mindelo e São Vicente com muita morabeza

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 VI CONGRESSO DA APLOP - Painel I – Lisender Borges (1)

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Francisco Venâncio

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Jorge Luiz de Mello

 VI CONGRESSO DA APLOP - Cerimónia de Abertura - Marta Mapilele

 Porto de Luanda - 1955

 Constituição da APLOP - 13.05.2011 - Primeiros momentos

 Constituição da APLOP - João Carvalho (IPTM) e José Luís Cacho (APP)

Constituição da APLOP - João Carvalho (IPTM) e José Luís Cacho (APP)